Tokenomics v2
Pedido do dono (03/11/2026): tokenomics sustentável a longo prazo e, de preferência, crescente; a documentação completa antes de começar o jogo (palavras exatas em 00). Este documento é o desenho v2 e o motivo de cada regra. 14 diz o que vale hoje, de forma curta; os dois não podem se contradizer. Os números vêm de modelos/tokenomics_v2.py (saída em modelos/tokenomics_v2-saida.md, testes em modelos/test_tokenomics_v2.py).
Como ler "crescente". O que cresce é a demanda real pelo token, puxada por mais jogadores, mais terra, mais criadores e mais capítulos. A oferta só pode encolher. Nada aqui promete, projeta ou anuncia preço. O preço que aparece no modelo é um teste de estresse: serve para ver o que quebra quando cai, não para dizer onde vai estar.
Duas decisões do dono, no mesmo dia (03/11/2026), moldam §G e §I. (1) Ninguém do time injeta dinheiro: o time contribui só com trabalho, e a liquidez de protocolo abre só com token, com piso e sem dólar do estúdio. (2) O catálogo do próprio estúdio é só cartão e PIX; o token paga item de criador, escritura, caução, taxa de cunhagem e o mercado entre jogadores. As palavras exatas e o motivo estão em 00.
As regras de sempre continuam: NFT só cosmético, escritura, decoração e título, nunca poder; ouro nunca vira token; nenhuma venda, airdrop ou token com valor real antes do parecer jurídico; sem staking com juros, sem APY, sem voto sobre a tesouraria; o que o jogador ganha é um extra pequeno e variável; o estúdio não guarda ativo de jogador; token só para 18+ verificados.
Resumo
| Regra v2 | Problema do v1 que corrige | |
|---|---|---|
| A | Oferta fixa de 1 bilhão, sem cunhagem; reserva e tesouraria liberam juntas ≤ 50% da queima do trimestre anterior | A queima era desfeita: reserva e tesouraria liberavam até 100% da queima |
| B | Caução devolvível (terra, sede de clã, estandarte, anúncio de criador), travada enquanto o direito existe | Ninguém precisava segurar token (velocidade alta) |
| C | Economia de criadores: a parte do criador é sempre paga em token; quando o comprador paga em cartão, o estúdio compra o token no mercado | A compra vinha de 20% da receita (forma de divisão de lucro) |
| D | Temporada só da reserva, ≤ 25% da queima da temporada anterior, pausa automática com queda de 30% em 30 dias | Fundo grande (80% da queima) e vendido inteiro todo mês |
| E | Tesouraria nunca vende token; contas pagas em dinheiro | A tesouraria vendendo era a maior saída de 37 |
| F | Equipe 12 + 72 meses; parcerias por marcos em até 60; testers como no v1 | Pico de liberação de 5,9 mi por mês |
| G | Liquidez de protocolo aberta só com token (US$ 0 do estúdio), com piso, sem incentivo pago; TWAP longo no 1º ano e disjuntor no oráculo | Liquidez sem regra |
| H | Ralos do estúdio com preço em dólar, cobrados em token pelo TWAP | Ralos com preço em token, que barateiam quando o preço cai |
| I | Portão do token (receita de cosmético ≥ US$ 0,40 por ativo no beta); catálogo do estúdio só em cartão e PIX; controlador de ralos de ouro pela banda ligado | Estúdio dependia de conversão otimista |
| J | Regras de comunicação (§"Como falar disso") | — |
1. Diagnóstico do v1
- A queima é desfeita. No v1, reserva e tesouraria podiam liberar "até a queima do mês". Usada até o limite, a variação líquida é zero. No modelo, cenário base, reserva e tesouraria do v1 liberam 595,8 mi em 120 meses contra 893,1 mi queimados: 67% da queima volta a circular. A oferta só encolheria de verdade depois de a reserva acabar.
- Velocidade. Todo uso do token era "compra e gasta na hora": cosmético, imposto, taxa. Ninguém precisava segurar token. Uma moeda que ninguém segura sustenta pouco valor (MV = PQ), por mais jogadores que existam. No v1, a caução por circulante é 0%.
- Pressão de venda estrutural.
37§2 mostra a tesouraria vendendo como a maior saída: US$ 68,5 mil dos US$ 123,3 mil que saem por mês com 200 mil ativos. O fundo da temporada era suposto vendido inteiro todo mês. - Forma jurídica. "20% da receita compra token para distribuir" lê como divisão de lucro: o jogador recebe por causa do resultado do estúdio. A compra precisa estar ligada a consumo dentro do jogo, não ao lucro.
- Preço reflexivo, sem escolha explícita. Os documentos do v1 cobram em token (
15: imposto "pago em token";33§5: lote declarado em 100.000 tokens), enquanto o modelo v1 tratava os fluxos em dólar fixo. Preço em token barateia o ralo quando o preço cai (pró-cíclico). Com o preço a um quinto, o ralo em token arrecada um quinto do dinheiro e queima os mesmos tokens; o ralo em dólar arrecada o mesmo e queima 5 vezes mais tokens (§H). No êxodo do modelo atual a diferença no fundo do preço é pequena (0,50 com ralos em token, 0,51 com ralos em dólar); o argumento que sobra é o do próprio ralo. - O estúdio depende da conversão.
37§3: com 2% pagando US$ 8, cada ativo custa mais de servidor do que paga. A premissa de 5% × US$ 15 é otimista.
2. O desenho v2
Cada mecanismo traz: por quê, números, o que o modelo mostra e o problema do v1 que corrige. Números marcados como proposta estão na lista de calibração (§7).
A. A oferta só encolhe
Por quê. Se tudo o que é queimado pode voltar, a queima é contabilidade, não redução. A regra precisa garantir que, sempre que o jogo tem atividade, sai mais do que entra.
Números.
- Oferta máxima: 1.000.000.000, cunhada de uma vez, sem função de cunhar mais. Queima é permanente; nada é emitido para "casar" com ela.
- Reserva + tesouraria liberam juntas no máximo 50% da queima do trimestre anterior. A temporada (D) usa no máximo metade disso (25%); o resto cobre liquidez em faixa (G) e criador em falta (E).
- Única exceção: no primeiro ano, a liquidez de protocolo (só os tokens dela, nunca da reserva) pode entrar no pool em faixa sem esse teto (G).
| Grupo | % | Liberação | Por que esse tamanho |
|---|---|---|---|
| Reserva de jogadores e criadores | 55% | Só pela regra acima | É o teto de tudo o que pode ir a jogadores e criadores (temporada, bolsa de criador, prêmio depois do parecer). Recebe o que sobra dos outros grupos: o token que nenhum grupo precisa fica travado sob a regra da queima, e não com alguém que possa vender. Como só libera 25% da queima, o tamanho é um teto, não um calendário |
| Tesouraria | 13% | Só pela regra acima; nunca vende | No v1 (20%) ela pagava contas vendendo token. No v2 só tem três usos: liquidez, criador em falta e queima. No modelo ela adianta no máximo 0,2 mi a criadores em 120 meses e termina com mais do que começou (recebe 1 ponto da taxa). É folgada de propósito: o excesso pode ser queimado no relatório anual |
| Equipe e fundadores | 15% | 12 meses de carência + 72 lineares, a contar do lançamento público | Mantém a decisão do dono; a mudança é o prazo (F) |
| Parcerias | 7% | Por marcos verificáveis, teto de 60 meses | Os criadores saíram daqui (são pagos pelas vendas, C, e pela reserva). Ficam prestadores, auditorias e parceiros de rede. Proposta; calibrar com contratos reais |
| Testers | 5% | 25% no lançamento + 12 meses; só depois do parecer; um KYC por pessoa | Como no v1 |
| Liquidez de protocolo | 5% | 5 mi de tokens no pool do lançamento, sem dinheiro do estúdio; o resto só entra em faixa ou pareado com dinheiro de compradores, ao preço do momento (G) | Como no v1 em tamanho; a diferença é que o LP fica com a tesouraria e não circula solto, e o time não põe dinheiro |
Grupos de calendário fixo: 27% (v1: 30%).
O que o modelo mostra. Em todos os cenários e nas 500 corridas do Monte Carlo, a oferta nunca sobe. Em 120 meses, o cenário base queima 309,7 mi (31,0%); o pior trimestre libera 43% da queima anterior (teto 50%). Entre os cenários nomeados a queima vai de 29,3% (estagnação) a 31,2% (crescimento). No Monte Carlo, a variação líquida da oferta fica entre −32,6% e −17,2% (P10 a P90), com mediana de −29,6%. A queima varia pouco entre os cenários nomeados porque, com oferta que só encolhe, quem se ajusta é o preço: o que é liberado acaba queimado.
Corrige: diagnóstico 1.
B. Caução: demanda que fica
Por quê. Para uma moeda segurar valor, alguém precisa segurá-la. A caução prende token enquanto um direito existe no jogo e devolve o mesmo valor nominal quando o direito acaba. Não rende nada: não é staking, não paga juros, não conta para recompensa. Quanto mais terra, clãs e criadores, mais token travado. Esse é o principal mecanismo de demanda que cresce com o jogo.
Números (proposta).
| Direito | Caução | Observação |
|---|---|---|
| Lote urbano | US$ 150 | Por cima do imposto Harberger (15), não no lugar dele |
| Lote rural | US$ 80 | |
| Concessão | US$ 400 | Só muda de dono por guerra (15) |
Sede de clã (no lote do clã, 19) |
US$ 200 | Postada por um membro 18+ verificado; o clã existe e joga sem ela |
| Estandarte de aliança | US$ 500 | |
| Anúncio de criador (por item à venda na loja) | US$ 15 | Também é antispam; perdida se o item for removido por cópia ou fraude |
- Forma: híbrida. O valor é em dólar, convertido em token pelo TWAP no dia de travar, mas a quantidade de tokens não pode passar de 2× para cima nem para baixo da referência anual (média dos 12 meses anteriores). Devolve os mesmos tokens travados, nunca mais. Por quê: em dólar puro, um preço manipulado para cima reduz a caução a quase nada e um preço no chão a torna proibitiva; em token fixo, ela vira pó quando o preço cai (§H).
- Fila de saída: quem larga o direito recebe a caução em 30 dias, e a devolução total do jogo fica limitada a 20% de tudo o que está em caução por mês; o que passa espera na fila, em ordem.
- Carência: a mesma sede ou o mesmo lote não pode ser retomado pela mesma conta ou clã em 90 dias.
- Caução volta só para a carteira que a postou. Nunca serve de garantia de empréstimo nem conta para a temporada.
- Sem token (portão I não atingido), não há caução: terra e sede seguem com as regras em ouro de
15e19.
O que o modelo mostra.
- A caução trava 1,4% a 3,0% da oferta (meses 60 e 120, todos os cenários), mas isso é 19% a 42% do que circula (base: 26% no mês 60 e 36% no mês 120). No Monte Carlo, caução sobre circulante fica entre 4% e 55% (P10 a P90), com mediana de 26%.
- Ela cresce com o jogo: no cenário de crescimento (capítulo a cada 6 a 9 meses), a caução vai de US$ 0,2 mi no mês 6 para US$ 1,9 mi no mês 36. Como é em dólar, quando o preço do modelo sobe ela trava menos tokens: a caução prende dólar de demanda, não uma quantidade fixa de tokens.
- A terra trava pouco (são poucos lotes por capítulo, de propósito). Quem trava mais são criadores e clãs.
Corrige: diagnóstico 2.
C. Economia de criadores
Por quê. A compra de token tem que vir de alguém comprando algo dentro do jogo. Cosmético feito por jogador e vendido na loja do estúdio é isso: o comprador paga pelo trabalho de outro jogador, e o criador recebe em token. Funciona como o pagamento de criadores do Roblox, mas no sentido inverso: o estúdio compra a moeda para pagar, em vez de recomprá-la de quem quer sair.
Números (proposta).
- Na loja de itens de criador, o comprador paga em cartão, PIX ou token, pelo mesmo preço em dólar. O catálogo do próprio estúdio é só cartão e PIX (I).
- Parte do criador: 30% do preço líquido, sempre em token. Se o comprador pagou em token, a parte do criador sai desse token. Se pagou em cartão ou PIX, o estúdio compra o token no mercado naquele momento, como custo daquela venda.
- O pagamento fica retido 60 dias num contrato público (estorno de cartão, MED do PIX) e só então vai para a carteira do criador. O estúdio não guarda o token.
- Compra pelo próprio criador (mesmo KYC) ou por conta ligada (mesmo clã, aparelho, meio de pagamento ou padrão repetido) paga zero.
- Acima de US$ 500 por mês, o pagamento a um criador passa por revisão manual antes de liberar.
- Parte de criadores nas vendas de cosmético: cenário, não regra. No modelo, 20% no lançamento, +4 pontos por capítulo, até 40%.
- Revenda de item de criador no mercado do token: 2,5% de royalty para o criador. Revenda de item do estúdio: 2,5%, queimados (o estúdio não usa token para pagar contas). Fora do modelo; é pequeno.
O que o modelo mostra. No cenário base, a compra do estúdio para pagar criadores vai de ~US$ 6 mil por mês no primeiro ano a ~US$ 12 mil no fim. É menor que os ralos, mas é compra ligada a consumo, não a lucro, e cresce com o número de criadores. No modelo, 50% dos itens de criador são pagos em token. Criadores vendem 70% do que recebem (suposição); ainda assim é uma das menores fontes de venda.
Corrige: diagnóstico 4. Substitui a recompra de 20% da receita como fonte de compra.
D. Temporada: pequena e com teto
Por quê. A temporada é o "extra" de quem joga. Grande demais, vira a principal pressão de venda e o motivo de existir de fazendas de robôs.
Números.
- Paga só pela reserva, no máximo 25% da queima da temporada anterior (temporada = trimestre).
- Ponderada por jogo verificado, como em
14§8: jogadores distintos com quem negociou e variedade de atividade; conta do mesmo clã, IP ou padrão repetido conta pouco ou nada; um KYC, uma conta elegível. - Pausa automática no mês em que o preço cai mais de 30% em 30 dias. O que não é pago fica na reserva e não vira dívida.
- Nenhuma distribuição paga com recompra.
O que o modelo mostra.
- A média por conta ativa fica em ~US$ 0,12 a 0,19 por mês no cenário base e no de crescimento; com 30% de robôs, US$ 0,08 a 0,13. É um extra pequeno, como deve ser.
- Baixar de 25% para 10% quase não muda o êxodo (pior queda em 30 dias de −20,0% contra −21,7%; fundo de 0,45 contra 0,51). A temporada não é o que derruba o preço; o teto de 25% fica.
- A pausa age pouco nos cenários (ligada em 0 a 1 mês de 120). Ela é seguro contra o caso extremo, não o estabilizador principal.
Corrige: diagnóstico 3 (parte do fundo) e 4.
E. A tesouraria nunca vende token
Por quê. Tesouraria que vende para pagar contas é pressão de venda permanente e torna o preço do token parte do orçamento do estúdio.
Regra.
- O estúdio paga contas em dinheiro (cartão e PIX dos cosméticos).
- Token da tesouraria só serve para: liquidez de protocolo (G), pagamento de criador em falta (quando o disjuntor do oráculo está ativo, a tesouraria adianta e o estúdio compra no mês seguinte para repor) e queima.
- A tesouraria recebe 1 ponto da taxa de 5% do mercado do token.
- Relatório mensal público: saldo e endereços, entradas, saídas por uso, liquidez posta no pool, queima do mês e do trimestre, liberação contra o teto de 50%, temporada paga ou pausada, pagamentos a criadores retidos e liberados.
O que o modelo mostra. Tesouraria vendendo: zero, em todas as corridas (é um teste: test_tesouraria_nunca_vende). Custo: sem vender token, o estúdio não transforma em dinheiro o que o jogador paga em token (§I).
Corrige: diagnóstico 3.
F. Liberação mais longa
- Equipe: 12 meses de carência + 72 lineares, contados do lançamento público.
- Parcerias: por marcos, teto de 60 meses.
- Testers: como no v1 (25% no lançamento + 12 meses).
O que o modelo mostra. Pico do calendário fixo: 4,3 mi por mês (v1: 5,9 mi), terminando no mês 84 (v1: 60). Mesmo assim, a maior venda líquida mensal do cenário base vem desse calendário (mês 25, US$ 59 mil, 38% da venda do mês). É a janela de risco do token, como 37 já dizia.
G. Liquidez
Por quê. O time contribui só com trabalho (decisão do dono, 00). Então o pool do protocolo não pode depender de dinheiro de ninguém do time: ele abre com token e só junta dólar quando jogadores compram.
Regras.
- Liquidez de protocolo, aberta só com token. No lançamento, o pool recebe 5 mi de tokens e US$ 0 do estúdio. Os tokens ficam numa faixa de um lado só que começa no preço de piso (no modelo, o índice 1,00; o valor em dólar do piso é proposta a calibrar no beta e vai publicado no contrato). O lado em dólar nasce vazio e só cresce com compras de jogadores. O LP (a posição) fica com a tesouraria.
- Piso. Abaixo do piso não há comprador no nosso pool. Uma venda que não acha comprador não acontece: o token fica com quem queria vender. Só sai do pool o dinheiro que compradores puseram nele. Resultado: no nosso pool não há espiral abaixo do piso, mas também não há saída abaixo dele.
- Aviso honesto: o piso só existe no NOSSO pool. Outro pool ou uma corretora pode negociar abaixo dele, e isso não controlamos. O piso não é preço garantido e nenhum material pode apresentá-lo assim (§5).
- Sem incentivo pago de liquidez (sem "liquidity mining").
- Faixa acima do preço: quando o preço passa de 1,5× a média dos 12 meses, tokens da liquidez entram no pool, e o dólar que entra fica no pool, nunca vai para contas. Conta no teto de 50% (A), exceto no primeiro ano.
- Disjuntor do oráculo: a loja cobra pelo TWAP de 30 minutos (24 horas no primeiro ano, abaixo). Se o preço à vista se afastar mais de 10% do TWAP, ou o TWAP andar mais de 25% em 24 h, a loja pausa o pagamento em token (cartão e PIX seguem), caução e imposto usam o último TWAP válido, e pagamento de criador sai da tesouraria. Regra e limites públicos.
Resguardos da fase de lançamento (primeiros 12 meses), porque o pool é raso. São propostas; o modelo não tem oráculo e não simula estes três.
- TWAP mais longo para os ralos com preço em dólar: 24 h em vez de 30 min nos primeiros 12 meses. Depois, volta a 30 min se a calibração mostrar um pool fundo.
- Disjuntor do oráculo, o de cima, com os limites de 10% e 25%.
- Pausa por movimento: se o preço à vista andar mais de 10% em 1 hora, a loja pausa o pagamento em token até o preço assentar (cartão e PIX seguem). X = 10% é proposta, o mesmo limite do disjuntor. Com TWAP de 24 h, o limite de 10% contra o preço à vista dispara mais fácil; calibrar no alfa.
O que o modelo mostra (saída §10b). O pool sem dinheiro do time junta dólar real só com compras de jogadores: US$ 135 mil no mês 3, US$ 218 mil no mês 12 e US$ 326 mil no mês 36 (cenário base). Nos meses 1 a 12, com só os testers e o pool circulando, o índice de preço chega a 2,53 no mês 8 e fecha o primeiro ano em 1,89.
| Cenário | Tokens que não acharam comprador (120 meses) | Meses com venda travada no piso |
|---|---|---|
| base | 0,8 mi | 2 |
| êxodo | 5,7 mi | 22 |
| choque | 8,9 mi | 3 |
| baleia | 7,3 mi | 3 |
| conversão ruim | 1,2 mi | 3 |
A coluna de tokens soma tentativas de venda sem comprador: o mesmo token que volta à carteira e é oferecido de novo conta outra vez.
O custo, dito sem rodeio. No êxodo, 22 meses têm venda travada no piso: quem quer sair não consegue sair por este pool. É a troca de um pool sem dinheiro do time: sem espiral abaixo do piso no nosso pool, mas sem saída ali. O choque (venda externa que derrubaria o preço 80%) e a baleia (10 mi de tokens, 1% da oferta) batem no piso: os dois terminam com fundo de 0,45 do nível do mês 29 (−55%). Com ralos em dólar, a mesma atividade queima 1,51× mais tokens no mês do fundo, e no mês 36 o índice está em 1,03× o do mês 29. Esse risco precisa estar escrito no whitepaper (16). Pool raso é um risco real do lançamento: por isso existem os três resguardos.
H. Preço em dólar nos ralos do estúdio
Por quê. Com preço em dólar, quando o token cai, a mesma atividade queima mais tokens: o ralo trabalha contra a queda. Com preço em token, ele barateia junto com o preço e acelera a queda.
| Ralo | Preço | Destino |
|---|---|---|
| Cosmético de criador | Dólar, cobrado em token pelo TWAP | Parte do criador ao criador; o resto 100% queimado. O catálogo do próprio estúdio fica fora: é só cartão e PIX (I) |
| Taxa de cunhagem de NFT de jogador | Dólar (proposta: US$ 0,50), cobrada em token | 100% queimada |
| Imposto de terreno (Harberger) | Valor declarado em dólar; imposto cobrado em token | 100% queimado |
| Caução | Dólar, convertido no dia, faixa de 2× (B) | Travada; volta nominal |
| Taxa do mercado do token | 5% do preço combinado entre jogadores | 4 pontos queimados, 1 tesouraria |
O que o modelo mostra. Mesma atividade (cenário base, mês 24), preço ×0,2: com preço em dólar a queima vai de 1,8 mi para 9,0 mi por mês e o dinheiro que entra não muda (US$ 119 mil); com preço em token a queima fica em 1,8 mi e o dinheiro que entra cai a um quinto (US$ 24 mil). Achado que mudou com o pool sem dinheiro do time: no êxodo, o fundo é quase o mesmo com ralos em dólar e em token (0,51 contra 0,50), e no êxodo duro (−80% em 3 meses) também (0,46 nos dois). Neste modelo o fundo do êxodo não depende do preço em dólar; quem pesa mais é a caução (§B: híbrida 0,51 contra 0,38 em token fixo; êxodo duro, 0,46 contra 0,36). O preço em dólar fica porque o ralo continua trabalhando a favor do preço (queima 5 vezes mais tokens com o preço a um quinto) e arrecada o mesmo dinheiro, mas não é mais o estabilizador mais forte do desenho.
Corrige: diagnóstico 5.
I. Portão do token, catálogo do estúdio e economia do ouro
- Portão (adotado de
37§3): o token só é lançado se o beta medir receita bruta de cosmético ≥ US$ 0,40 por jogador ativo por mês. Abaixo disso, o jogo sai sem token: cosméticos em cartão e PIX, e nada muda na jogabilidade (ouro, terra instanciada, profissões não dependem do token,14§1). - Catálogo do estúdio só em cartão e PIX (decidido em 03/11/2026). O token paga só: itens de criador; escrituras, caução e taxa de cunhagem; e o mercado entre jogadores. No modelo,
STUDIO_CATALOG_TOKEN = False. Era uma recomendação em00; agora é decisão do dono, pelo mesmo motivo do pool (o time contribui só com trabalho). - Piso de caixa (proposta, agora um alarme): se a receita de cosmético em cartão e PIX ficar abaixo de US$ 0,20 por ativo por mês (custo de servidor) por dois meses seguidos, dispara revisão de preços e custos pelo dono. A alavanca de antes (tirar o token do catálogo) já foi aplicada por decisão, e injetar dinheiro do time está fora.
- Ouro: o controlador de ralos persegue a banda (
BAND_CTRLligado emeconomia.py, alavanca de x0,8 a x2,0), como37§1 propôs. - Robôs, gatilhos operacionais: acima de 5% de robôs estimados nas contas ativas, prioridade de banimento; acima de 10%, nenhum ralo novo de preço entra antes de uma onda de banimento.
O que o modelo mostra. O que o jogador paga em token no catálogo do estúdio é queimado, não vira dinheiro. Com 50% das compras do catálogo em token (premissa do v1), o caixa do estúdio no mês 24 do cenário base é US$ 32 mil com o token vivo contra US$ 94 mil com o token a zero; em 120 meses, US$ 4,90 mi contra US$ 13,45 mi. Com o catálogo só em cartão e PIX (e 50% dos itens de criador pagos em token), o caixa sobe para US$ 79 mil no mês 24 e US$ 10,92 mi em 120 meses. Com conversão ruim (2% × US$ 8), o caixa é negativo (−US$ 6 mil no mês 24 e −US$ 1,04 mi em 120 meses com o token vivo; −US$ 3 mil e −US$ 0,50 mi com o token a zero), e o portão impede o lançamento do token.
Sensibilidade, medida com o modelo (cenário base, 120 meses):
| Catálogo do estúdio aceita token | Parte paga em token | Queimado | Caixa do estúdio, 120 meses | Caixa do estúdio, mês 24 | Dólar real no pool, mês 12 |
|---|---|---|---|---|---|
| sim | 50% | 323,1 mi | US$ 4,90 mi | US$ 32 mil | US$ 299 mil |
| sim | 20% | 311,9 mi | US$ 10,03 mi | US$ 69 mil | US$ 240 mil |
| não (decidido) | 50% dos itens de criador | 309,7 mi | US$ 10,92 mi | US$ 79 mil | US$ 218 mil |
| sim | 0% | 299,4 mi | US$ 13,45 mi | US$ 94 mil | US$ 199 mil |
Fechar o catálogo do estúdio em cartão e PIX custa cerca de 4% da queima (323,1 → 309,7 mi) e mais que dobra o caixa do estúdio (US$ 4,9 → 10,9 mi). É esse caixa a mais que evita que o time precise algum dia injetar dinheiro. O pool ainda junta cerca de US$ 218 mil de dólar real até o mês 12, todo de compras de jogadores. Quase toda a queima vem de escrituras, imposto, cunhagem, mercado entre jogadores e itens de criador.
Corrige: diagnóstico 6.
J. Comunicação
Ver "Como falar disso", abaixo. O preço de referência do modelo (US$ 0,02) é só um conversor de unidade e não aparece em material nenhum.
3. O que o modelo mostra, em uma página
| Pergunta | Resposta no modelo | Onde na saída |
|---|---|---|
| A oferta só encolhe? | Sim, em todos os cenários e em 500 de 500 corridas. Queima de ~31% em 120 meses no base (29,3% a 31,2% nos cenários nomeados) | §2, §11 |
| Quanto fica travado? | 1,4% a 3,0% da oferta; 19% a 42% do circulante | §4 |
| O êxodo vira espiral? | Não, no nosso pool. O índice cai com a população (fundo de 0,51 com −50% de ativos; 0,46 no êxodo duro) e para de cair quando ela para. O que mais pesa é a caução híbrida (0,51 contra 0,38 em token fixo). Mas há um custo: 22 meses com venda travada no piso e 5,7 mi de tokens sem comprador; abaixo do piso ninguém sai por este pool | §5, §10b |
| O pool sem dinheiro do time funciona? | No base, sim: junta US$ 218 mil de dólar real até o mês 12 e US$ 326 mil até o mês 36, só de compras; 0,8 mi de tokens sem comprador em 120 meses (2 meses no piso) | §10b |
| Maior venda líquida mensal | US$ 59 mil no mês 25 do cenário base; 38% dela é equipe, parceiros e testers | §7 |
| Temporada por ativo | ~US$ 0,12 a 0,19 por mês | §8 |
| Caixa do estúdio, base, mês 24 | US$ 79 mil com o token vivo (catálogo só em cartão e PIX); US$ 94 mil com o token a zero. Em 120 meses, US$ 10,92 mi contra US$ 13,45 mi | §9 |
| v1 × v2 | v1 devolve 67% da queima à circulação; v2 libera ≤ 50% e no base fica em 79 mi para 310 mi queimados | §3 |
Limite principal: no longo prazo, o preço do modelo deriva para cima, porque a demanda em dólar não reage ao preço e ninguém de fora vende além do giro de 3%. Depois que o calendário fixo termina, quase nada novo circula. Isso é efeito das premissas, não previsão; por isso o modelo só é lido em medidas relativas (§13 da saída).
4. Exploits e defesas
| Exploit | Defesa | Conta do modelo |
|---|---|---|
| Criador compra o próprio item com cartão para tirar token | Mesmo KYC ou conta ligada recebe zero; retenção de 60 dias; revisão acima de US$ 500 por mês; estorno descontado de pagamentos futuros | Por outra conta não ligada: paga US$ 1,00 e recebe US$ 0,255 em token dois meses depois; perde 74,5%. Como lavagem, rende pouco e deixa rastro de KYC dos dois lados |
| Caução em ciclo (trava, destrava) | Devolve só o nominal; não conta para nada; fila de 30 dias | Ganho zero |
| Robôs farmando temporada | Um KYC = uma conta elegível; peso por jogo verificado; teto de saque de US$ 25 nos 90 primeiros dias; temporada pequena (25% da queima) | Conta de robô verificada recebe ~US$ 0,17 por mês |
| Manipular o oráculo para pagar menos tokens | TWAP de 30 min (24 h no 1º ano); disjuntor (G); teto diário por conta nas compras em token; caução com faixa de 2× | Subir o TWAP de 30 min em 10% pede comprar ~US$ 25 mil e segurar contra arbitragem, para ganhar ~9% só sobre o que a mesma conta comprar naquela janela. No 1º ano a janela a segurar passa de 30 min para 24 h |
| Clã trocando de sede em ciclo | Fila de 30 dias; carência de 90 dias para a mesma sede; caução nova ao preço do dia | Ganho zero |
| Baleia ou venda coordenada | Piso do pool; ralos em dólar; pausa da temporada; faixa de liquidez | 1% da oferta de uma vez: fundo de 0,45 do nível do mês 29 (−55%); queima 1,51× no mês do fundo; mês 36 em 1,03× o mês 29. 7,3 mi de tokens (tentativas) sem comprador |
| Corrida de saída abaixo do piso (êxodo, baleia) | A venda sem comprador não acontece: o token fica com o dono; sem espiral no nosso pool | Êxodo: 22 meses com venda travada, 5,7 mi de tokens sem comprador. Ninguém sai abaixo do piso por este pool |
| Mercado de fora negociando abaixo do piso | Não controlamos; avisar no whitepaper e nos termos que o piso só existe no nosso pool | Fora do modelo |
| Mexer no preço do pool raso no lançamento | TWAP de 24 h no 1º ano; disjuntor; pausa por movimento de 10% em 1 hora | Pool com US$ 135 mil de dólar real no mês 3 e US$ 218 mil no mês 12 |
| Fazenda de contas para airdrop de tester | Um KYC por pessoa; airdrop por jogo real; só depois do parecer | — |
5. Como falar disso
| Pode | Não pode |
|---|---|
| "O token é a moeda do mercado de cosméticos e escrituras." | "Invista", "oportunidade", "não fique de fora" |
| "Quem cria cosmético recebe uma parte de cada venda, em token." | "Renda", "renda passiva", "salário", "ganhe a vida jogando" |
| "A temporada distribui um extra pequeno e variável, que pode ser zero." | "Jogue para ganhar", "play-to-earn", "ganhe X por mês" |
| "A oferta é fixa; parte do que se gasta é queimada; a regra está no contrato." | "Deflacionário", "o token vai subir", "valorização", "escassez garante preço" |
| "A caução volta inteira, nos mesmos tokens, quando você larga o direito." | "Rendimento", "APY", "staking", "trave e ganhe" |
| "O preço pode cair e o token pode perder todo o valor." | Qualquer preço-alvo, gráfico de preço do modelo, "preço de referência" |
| "O piso vale só no pool do protocolo; outros mercados podem negociar abaixo dele, e abaixo do piso o pool não tem comprador." | "Preço mínimo garantido", "o token não cai abaixo de X", "saída garantida" |
| "Relatório mensal da tesouraria em [endereço]." | "A tesouraria garante o preço", "recompra para valorizar" |
| "O jogo é completo sem token; menores jogam sem economia." | "Quem não tem token fica para trás" |
Toda peça de comunicação sobre o token leva o mesmo aviso de risco do whitepaper (16).
6. O que não sabemos
- Conversão e gasto por pagante. O modelo herda 5% × US$ 15; o portão existe porque isso pode não acontecer.
- Quanto se paga em token. Com o catálogo do estúdio só em cartão e PIX, a dúvida é a parte dos itens de criador paga em token (50% no modelo). Mais token é mais queima e menos caixa (§I).
- Quanto quem segura vende (giro). O modelo supõe 3% do circulante livre por mês; no Monte Carlo, de 1% a 6%. É o parâmetro que mais mexe no nível de preço.
- Liquidez de lançamento. O pool abre sem dólar. O valor do piso, o dólar que os jogadores de fato põem no pool e quanto de venda fica sem comprador dependem de comportamento que só o alfa e o beta medem. Com só testers e o pool circulando, o índice do modelo chega a 2,53 no mês 8.
- Saída de quem quer vender. Abaixo do piso, no nosso pool, não há comprador. Quanto isso pesa para quem entra é pergunta de produto e de comunicação, não do modelo.
- Mercados de fora. Outro pool ou corretora pode negociar abaixo do piso. O modelo não os tem.
- Criadores. Quantos, quanto vendem, quanto seguram. A parte de 20% a 40% nas vendas é cenário.
- Profundidade de mercado real. O modelo só tem o pool do protocolo, e não tem oráculo: TWAP, disjuntor e os resguardos do lançamento (§G) não foram simulados.
- Comportamento em êxodo. O modelo supõe que toda caução devolvida é vendida (pior caso).
- Jurídico. Caução, pagamento de criador em token e queima precisam do parecer (
34§10). Se o parecer barrar o token, o portão já cobre: o jogo sai sem token.
7. Calibrar no alfa e no beta
- Receita bruta de cosmético por ativo (portão de US$ 0,40) e receita em cartão e PIX (piso de US$ 0,20).
- Parte dos itens de criador paga em token (modelo: 50%).
- Parte do criador (proposta 30%), parte de itens de criador nas vendas, retenção de 60 dias, revisão acima de US$ 500.
- Caução por direito (US$ 150 / 80 / 400 / 200 / 500 / 15), faixa de 2×, fila de 30 dias e 20% ao mês, carência de 90 dias.
- Teto da temporada (25% da queima) e gatilho de pausa (30% em 30 dias).
- Teto conjunto de liberação (50% da queima do trimestre anterior).
- Taxa do mercado do token (5%: 4 queima, 1 tesouraria), royalties de 2,5%, taxa de cunhagem de US$ 0,50.
- Liquidez inicial (5 mi tokens, piso, TWAP longo no 1º ano), gatilho da faixa (1,5× a média), limites do disjuntor (10% e 25%) e pausa por movimento (10% em 1 hora).
- Piso de lançamento em dólar; dólar real que entra no pool (modelo: US$ 218 mil no mês 12); tokens sem comprador e meses com venda travada no piso.
- Alocação de parcerias (7%) e tesouraria (13%) contra contratos e usos reais; queimar o excesso da tesouraria no relatório anual se o uso seguir baixo.
- Giro de quem segura, saída de novatos e de veteranos, parte de verificados 18+.
- Robôs: participação real, gatilhos de 5% e 10%.
- Rodar
modelos/tokenomics_v2.pyde novo com os dados medidos.
8. Pendentes do dono
Estão em 00, com a resposta recomendada: nome do token, rede, parte do criador e parcela da equipe. Decididos em 03/11/2026: a liquidez de protocolo abre só com token, sem dinheiro do time (§G), e o catálogo do estúdio é só cartão e PIX (§I).
Modelo
modelos/tokenomics_v2.py, só biblioteca padrão. Reaproveita tokenomics.py, economia.py e sustentabilidade.py sem mudar as premissas deles. Passo mensal, 120 meses, população em coortes (novatos saem 12% ao mês, veteranos 4%), fluxos em dólar convertidos ao preço do mês.
Preço: um pool de produto constante (x tokens × y dólares = k) com a liquidez de protocolo, aberta só com token (5 mi, US$ 0 do estúdio) numa faixa de um lado só que começa no piso (índice 1,00). A venda que não acha comprador não acontece e o token volta à carteira. Toda compra e toda venda do mês passa pelo pool, em 4 passos por mês; o preço é y ÷ x. O modelo não tem oráculo: TWAP, disjuntor e os resguardos do lançamento (§G) são regra proposta, fora da simulação. O termo externo é o saldo de ordens (compra menos venda, em dólar) contra a profundidade do pool, mais o giro de quem segura. É um dispositivo de teste de estresse, não uma previsão.
Cenários: base (200 mil ativos, +0,5% ao mês), crescimento por capítulos, estagnação, êxodo (−50% em 6 meses), êxodo duro (−80% em 3), choque de −80%, baleia de 1% da oferta, 30% de robôs, conversão ruim (2% × US$ 8) e Monte Carlo de 500 corridas. O v1 roda nos mesmos cenários, reimplementado no mínimo.
Testes (python3 -m unittest modelos/test_tokenomics_v2.py): oferta nunca sobe; total nunca passa de 1 bilhão; caução volta nominal, nunca mais; temporada ≤ 25% e liberação ≤ 50% da queima anterior; tesouraria nunca vende; temporada pausa com queda acima de 30%; compra própria do criador paga zero; o estúdio não põe dinheiro no pool; o pool nunca paga mais do que recebeu; o preço nunca fica abaixo do piso; o dinheiro real do pool nunca é negativo. Cada invariante foi quebrada de propósito e o teste falhou (python3 modelos/mutantes_tokenomics_v2.py).
Falhas de outros jogos como teste de estresse (saída §15, análise em 39): dependência de novatos (teste STEPN), entrada parada a partir do mês 36, fazenda de contas e terra especulativa. Mais quatro invariantes: com a entrada parada a oferta nunca sobe e o dinheiro real do pool nunca é negativo; no base, novatos ficam abaixo de 20% do dólar que compra token; fora do modo pasto, nenhum lote fica parado mais de 4 meses com o mesmo dono. Cada uma tem o seu mutante.